ALGUMAS EVIDÊNCIAS HISTÓRICAS DA SUPERSINCRONICIDADE – BRASIL E EUA

Em seus primórdios, o Brasil já se chamou Cabrália em homenagem ao seu descobridor, Pedro Álvares Cabral, e também Nova Lusitânia (Lusitânia é o nome poético de Portugal), assim como os EUA até hoje adotam o nome poético de Colúmbia em homenagem ao descobridor das Américas, Cristóvão Colombo. E também já se chamaram Nova Inglaterra, […]
ALGUMAS EVIDÊNCIAS HISTÓRICAS DA SUPERSINCRONICIDADE – FRANÇA E REINO UNIDO

Raízes históricas da supersincronicidade na Europa A cultura ocidental nasceu na Grécia, mas foi somente quando os romanos a incorporaram, transformando-a numa cultura verdadeiramente “greco-romana” que ela se espalhou pela Europa. A seguir, somaram-se a essa cultura as contribuições da cultura judaica, através do Cristianismo. Portanto, o mundo dominado por Roma era greco-romano-judaico-cristão. Paralelamente, do […]
ALGUMAS EVIDÊNCIAS HISTÓRICAS DA SUPERSINCRONICIDADE – ITÁLIA E ALEMANHA

A Itália e a Alemanha sempre foram países politicamente desunidos, divididos em muitos pequenos reinos e principados, tendo ambos só atingido a unificação política no século XIX. A Itália sobreviveu pouco tempo, entre os séculos IX e XI, como reino (Regnum Italicum, ou Reino da Itália), fragmentando-se a seguir num sem-número de pequenos principados, ducados, […]
ALGUMAS EVIDÊNCIAS HISTÓRICAS DA SUPERSINCRONICIDADE – IBÉRIA E ESCANDINÁVIA, ROMÊNIA E ISLÂNDIA

Sincronicidades entre a Ibéria e a Escandinávia Além do fato já mencionado de que as duas penínsulas têm uma grande similaridade geográfica, projetando-se a oeste para o Atlântico e sendo ocupadas por dois Estados, dos quais um se limita à borda ocidental da península, a Ibéria e a Escandinávia têm muito em comum em termos […]
LATINOS E SAXÔNICOS: OPOSTOS QUE SE ATRAEM E SE COMPLEMENTAM

Como no I Ching, na supersincronicidade não há bom ou mau, positivo ou negativo,mas uma complementaridade entre opostos. Quando olhamos para o norte e o sul da Europa, isto é, para as nações teutônicas e as latinas, nossa tendência inicial é ver apenas diferenças, ou mais até: contrastes gritantes. O mesmo vale quando olhamos para […]